Chegou a hora do profissional teólogo ter mais reconhecimento no Brasil, participe agora mesmo enviando uma mensagem, dando um telefonema ou outra forma de contato que desejar, para as autoridades envolvidas no processo, diga a elas o quanto é importante a regularização da profissão de Teólogo, veja abaixo os contatos das autoridades:
Senador Paulo Paim - (Veja a comunicação entre o Senador Paulo Paim e o Presidente do CFT)
Gabinete do Senador Paulo Paim Telefone: 61 311 5221
Praça dos Três Poderes – Anexo I – 22º Andar Fax: 61 311 5235
70165-900 – Brasília – DF
E-mail:
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Rosalba Ciarlini Rosado
Ala teotonio Vilela Gab 03
Tel.:(61) 3303 1777
Fax: (61) 3303 1701
E-mail:
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Darcy Cordeiro - Fonaper
Caixa Postal 90, Florianopólis/ SC
Cep: 88010-970
E-mail:
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Gabinete da Senadora Serys Slhessarenko - Ala Senador Teotônio Vilela,
Gabinete 21 - Senado Federal - Brasília - MT
Telefone para contato: (61) 3303.2292 - Fax (61) 3303.2721 -
E-mail:
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Veja a notícia no site do Senado Federal:
Participantes de audiência pública na CAS não chegam a acordo sobre projeto de regulamentação profissional e relator da matéria, Paulo Paim, quer ampliar discussão
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| Darcy Cordeiro (E), Isaías Lobão, Rosalba e João Batista Isaquiel durante audiência na Comissão de Assuntos Sociais |
Diante das divergências surgidas em relação ao projeto que regulamenta a profissão de teólogo, na audiência pública realizada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), o relator, Paulo Paim (PT-RS), disse que não via "a mínima condição" de o projeto (PLS 114/05) constar da pauta da próxima reunião da comissão, na semana que vem.
Na opinião de Paim, o tema "é explosivo" e será preciso realizar mais audiências públicas. Ele disse que tem recebido muitos e-mails de pessoas pedindo, inclusive, que a profissão não seja regulamentada e previu que a matéria só estará pronta para entrar na pauta da CAS em fevereiro ou março do próximo ano.
Paim solicitou que as colaborações ao projeto sejam enviadas diretamente ao e-mail:
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A presidente da CAS, Rosalba Ciarlini (DEM-RN), concordou com a ampliação do debate.
Participaram da audiência o vice-presidente do Conselho Interconfessional para o Ensino Religioso de Goiás (Ciergo), Darcy Cordeiro; o professor da Faculdade Evangélica de Brasília Isaías Lobão Pereira Júnior; o presidente da Convenção Brasileira dos Ministros das Igrejas Assembleias de Deus – Ministérios de Missões e Igrejas Filiadas (Cobramad), João Batista Isaquiel Ferreira; e o vice-presidente da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica, Valmor da Silva.
Darcy Cordeiro disse que é preciso distinguir melhor o bacharelado da licenciatura. Ele explicou que o bacharel em Teosofia está devidamente conceituado no projeto e é aquele que faz a reflexão sobre a fé e acredita na revelação cristã. No caso da licenciatura não é assim, pois o professor de Teosofia, que é licenciado em ensino da religião, é o cientista que aborda as ciências sobre o fenômeno religioso sem vinculação a uma religião específica.
Atividade
O representante da Ciergo também discordou do inciso que incorpora os teólogos não diplomados que tenham exercido a atividade há mais de cinco anos.
Isaías Lobão, por sua vez, defendeu a permanência daquele inciso. Ele disse que os teólogos sem formação acadêmica estão na labuta diária, mas não deixam de buscar a educação formal que lhes falta.
João Batista lembrou que peões de rodeio e guardadores de carros já são profissionais regulamentados e disse que a aprovação dessa lei seria o resgate de uma dívida com quem batizou, casou, aconselhou, consolou e esteve ao lado das pessoas na hora da morte. Batista pediu que o PLS tramitasse em regime de urgência.
Valmor da Silva afirmou que, por ser "amplo e confuso", o projeto de lei poderá prejudicar os teólogos em vez de beneficiá-los. Ele disse que, antes de regulamentar, é preciso definir melhor o que é a profissão. Valmor lembrou que a licenciatura de Teologia não existe no Brasil e classificou como "problema" os cursos livres que não são regulamentados. Ele também repudiou o inciso que dispensa diploma para quem exerce a profissão há mais de cinco anos.
– Nós rejeitamos veementemente. Sem diploma, de jeito nenhum. Tem que ter preparo acadêmico – afirmou. 49
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Rosalba Ciarlini
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