No dia 31 de agosto de 2026, o presidente do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT), Gilberto Takao Sakamoto, cumpriu várias pautas de reuniões na capital paulista, utilizando a sede da Federação Nacional dos Técnicos Industriais (FENTEC) e do Sindicato dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo (SINTEC-SP).
A primeira reunião também reuniu o secretário de cooperação internacional, Wilson Wanderlei Vieira; a secretária de cultura e integração do Sistema CFT/CRTs, Fabiana Herculano Moraes; o assessor especial, Nivaldo José Bosio; o gerente de comunicação institucional, José Donizetti Morbidelli; e o assistente da diretoria executiva do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo (CRT-SP), Eduardo Aldavis Parlamento. Ele é o responsável pela organização e operacionalização da plataforma online gratuita Técnico que Faz, desenvolvida à época da gestão de Gilberto Takao Sakamoto na autarquia paulista com o objetivo de gerar oportunidades de serviços para os profissionais técnicos registrados no Sistema CFT/CRTs, por meio de uma interface que os conecta às empresas e à sociedade em geral.

Técnico que Faz: plataforma online gratuita deve se transformar em projeto nacional
Para ampliar a capilaridade e fortalecer o alcance da iniciativa, a atual gestão do CFT, conforme discutido durante o Encontro da Alta Gestão – Planejamento Estratégico, pretende transformar a plataforma em um projeto de abrangência nacional. A proposta prevê, ainda, a incorporação de recursos de inteligência artificial para aprimorar os serviços, personalizar o atendimento e proporcionar uma experiência mais ágil, eficiente e intuitiva aos usuários.
Na opinião de Eduardo Aldavis Parlamento – o Parla –, embora tenha se consolidado ao longo dos anos como uma referência na conexão entre técnicos, empresas e a sociedade, a plataforma esbarra no limite regional do alcance. “Os conselhos que tentam adotar o modelo atuam de forma isolada, o que fragmenta os dados e reduz o ganho de escala. A proposta de abrangência nacional é uma evolução direta do projeto original para inovar e expandir ainda mais sua atuação, melhorando as funcionalidades atuais e ampliando o alcance para todos os regionais, sob a governança do CFT”, explica.
Programa Obra Legal Brasil – A segunda reunião contou com a presença do diretor de operações e formação profissional do Sindicato dos Distribuidores de Energia Elétrica e Atacadistas de Materiais Elétricos (SINCOMACO), José Carlos de Araújo, que explanou sobre o Programa Obra Legal Brasil, criado com o objetivo de promover a formação e habilitação técnica, além de incentivar a legalização dos trabalhadores da construção civil que buscam oportunidades no mercado de trabalho, gerando mais credibilidade junto aos consumidores e rendimentos mais atrativos à atividade.
Gilberto Takao Sakamoto pretende, em breve, detalhar sobre essa nova frente de trabalho da gestão do CFT, também voltada à valorização da profissão técnica e, de certa forma, relacionada à plataforma Técnico que Faz; afinal, a integração entre as duas iniciativas pode contribuir para ampliar o acesso da população a profissionais qualificados e habilitados, fortalecendo uma cultura de obras mais seguras, responsáveis e realizadas de acordo com as normas e exigências técnicas.
Parceiro educacional do programa, o Instituto Monitor é responsável pela oferta da formação técnica, permitindo que os prestadores de serviços obtenham o diploma de Técnico em Eletrotécnica reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), com a chancela do Sistema CFT/CRTs no que tange ao registro profissional para o exercício legal da profissão, mediante emissão do Termo de Responsabilidade Técnica (TRT).

Reunião com o diretor de operações e formação profissional do SINCOMACO, José Carlos de Araújo
Plataforma digital de comunicação – Para fechar um dia repleto de reuniões e importantes discussões estratégicas, foi a vez da empresa de comunicação tecnológica, Bebee, com sede na Mooca – tradicional bairro da zona leste de São Paulo – apresentar seu pacote de serviços voltado a demandas consideradas essenciais e estratégicas para o Sistema CFT/CRTs.
A proposta – a ser apresentada com mais detalhes em breve à diretoria – contempla alternativas para a regularização cadastral, a redução da inadimplência e o aprimoramento do relacionamento com os profissionais registrados, contribuindo para uma gestão mais eficiente e com melhores resultados operacionais. Entre as ferramentas apresentadas estão o WhatsApp e o SMS, canais amplamente utilizados no dia a dia dos profissionais e que permitem o envio de comunicados, lembretes, orientações e informações de forma rápida, direta e mais efetiva.
O presidente do CFT também recebeu o Técnico em Segurança do Trabalho, Armando Henrique e Fábio Gregório, respectivamente presidente e diretor da Associação Nacional dos Técnicos em Segurança do Trabalho (ANATEST), para alinhamento de informações de interesse comum entre a classe profissional e o Sistema CFT/CRTs. Vale lembrar que a Resolução CFT nº 284/2025 estabelece que os profissionais técnicos registrados no Sistema CFT/CRTs poderão requerer a inclusão do título de Técnico em Segurança do Trabalho em seu registro profissional, mediante solicitação formal e apresentação da documentação comprobatória.

Técnicos em Segurança do Trabalho: reunião aproxima profissionais do Sistema CFT/CRTs
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No dia 31 de agosto de 2026, o presidente do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT), Gilberto Takao Sakamoto, cumpriu várias pautas de reuniões na capital paulista, utilizando a sede da Federação Nacional dos Técnicos Industriais (FENTEC) e do Sindicato dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo (SINTEC-SP).
A primeira reunião também reuniu o secretário de cooperação internacional, Wilson Wanderlei Vieira; a secretária de cultura e integração do Sistema CFT/CRTs, Fabiana Herculano Moraes; o assessor especial, Nivaldo José Bosio; o gerente de comunicação institucional, José Donizetti Morbidelli; e o assistente da diretoria executiva do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo (CRT-SP), Eduardo Aldavis Parlamento. Ele é o responsável pela organização e operacionalização da plataforma online gratuita Técnico que Faz, desenvolvida à época da gestão de Gilberto Takao Sakamoto na autarquia paulista com o objetivo de gerar oportunidades de serviços para os profissionais técnicos registrados no Sistema CFT/CRTs, por meio de uma interface que os conecta às empresas e à sociedade em geral.

Técnico que Faz: plataforma online gratuita deve se transformar em projeto nacional
Para ampliar a capilaridade e fortalecer o alcance da iniciativa, a atual gestão do CFT, conforme discutido durante o Encontro da Alta Gestão – Planejamento Estratégico, pretende transformar a plataforma em um projeto de abrangência nacional. A proposta prevê, ainda, a incorporação de recursos de inteligência artificial para aprimorar os serviços, personalizar o atendimento e proporcionar uma experiência mais ágil, eficiente e intuitiva aos usuários.
Na opinião de Eduardo Aldavis Parlamento – o Parla –, embora tenha se consolidado ao longo dos anos como uma referência na conexão entre técnicos, empresas e a sociedade, a plataforma esbarra no limite regional do alcance. “Os conselhos que tentam adotar o modelo atuam de forma isolada, o que fragmenta os dados e reduz o ganho de escala. A proposta de abrangência nacional é uma evolução direta do projeto original para inovar e expandir ainda mais sua atuação, melhorando as funcionalidades atuais e ampliando o alcance para todos os regionais, sob a governança do CFT”, explica.
Programa Obra Legal Brasil – A segunda reunião contou com a presença do diretor de operações e formação profissional do Sindicato dos Distribuidores de Energia Elétrica e Atacadistas de Materiais Elétricos (SINCOMACO), José Carlos de Araújo, que explanou sobre o Programa Obra Legal Brasil, criado com o objetivo de promover a formação e habilitação técnica, além de incentivar a legalização dos trabalhadores da construção civil que buscam oportunidades no mercado de trabalho, gerando mais credibilidade junto aos consumidores e rendimentos mais atrativos à atividade.
Gilberto Takao Sakamoto pretende, em breve, detalhar sobre essa nova frente de trabalho da gestão do CFT, também voltada à valorização da profissão técnica e, de certa forma, relacionada à plataforma Técnico que Faz; afinal, a integração entre as duas iniciativas pode contribuir para ampliar o acesso da população a profissionais qualificados e habilitados, fortalecendo uma cultura de obras mais seguras, responsáveis e realizadas de acordo com as normas e exigências técnicas.
Parceiro educacional do programa, o Instituto Monitor é responsável pela oferta da formação técnica, permitindo que os prestadores de serviços obtenham o diploma de Técnico em Eletrotécnica reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), com a chancela do Sistema CFT/CRTs no que tange ao registro profissional para o exercício legal da profissão, mediante emissão do Termo de Responsabilidade Técnica (TRT).

Reunião com o diretor de operações e formação profissional do SINCOMACO, José Carlos de Araújo
Plataforma digital de comunicação – Para fechar um dia repleto de reuniões e importantes discussões estratégicas, foi a vez da empresa de comunicação tecnológica, Bebee, com sede na Mooca – tradicional bairro da zona leste de São Paulo – apresentar seu pacote de serviços voltado a demandas consideradas essenciais e estratégicas para o Sistema CFT/CRTs.
A proposta – a ser apresentada com mais detalhes em breve à diretoria – contempla alternativas para a regularização cadastral, a redução da inadimplência e o aprimoramento do relacionamento com os profissionais registrados, contribuindo para uma gestão mais eficiente e com melhores resultados operacionais. Entre as ferramentas apresentadas estão o WhatsApp e o SMS, canais amplamente utilizados no dia a dia dos profissionais e que permitem o envio de comunicados, lembretes, orientações e informações de forma rápida, direta e mais efetiva.
O presidente do CFT também recebeu o Técnico em Segurança do Trabalho, Armando Henrique e Fábio Gregório, respectivamente presidente e diretor da Associação Nacional dos Técnicos em Segurança do Trabalho (ANATEST), para alinhamento de informações de interesse comum entre a classe profissional e o Sistema CFT/CRTs. Vale lembrar que a Resolução CFT nº 284/2025 estabelece que os profissionais técnicos registrados no Sistema CFT/CRTs poderão requerer a inclusão do título de Técnico em Segurança do Trabalho em seu registro profissional, mediante solicitação formal e apresentação da documentação comprobatória.

Técnicos em Segurança do Trabalho: reunião aproxima profissionais do Sistema CFT/CRTs
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