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Assembleia Legislativa debate prerrogativas e atribuições dos técnicos industriais

Audiência pública proposta pelo deputado Sargento Reginauro (União) foi realizado na sexta-feira (10/11) na Comissão de Indústria, Desenvolvimento Econômico e Comércio (Cidec) e contou com a presença do deputados, representantes do Corpo de Bombeiros, professores, conselheiros regionais e dirigentes do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT).

 

As prerrogativas e atribuições dos técnicos industriais registrados no Sistema CFT/CRTs e as resoluções do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT) foram debatidas em audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece). O debate, proposto pelo deputado Sargento Reginauro (União), foi realizado na Comissão de Indústria, Desenvolvimento Econômico e Comércio (Cidec), com o objetivo de avaliar as ações que os legisladores podem tomar para garantir o exercício profissional com base na legislação vigente.

Participaram do debate o presidente do CFT, Solomar Rockembach, e o procurador-chefe, Antenor Alves Junior, ao lado do professor Emanuel Alves Carneiro, representante do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará (IFCE) e o tenente-coronel Wagner Maia, representante do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE). O debate foi prestigiado pelos diretores Valdivino Alves de Carvalho (Administrativo) e José Carlos Coutinho (Financeiro) e por conselheiros regionais do Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 2ª Região (CRT-02).

Palavra do presidente

O presidente do CFT, em seu pronunciamento, defendeu o cumprimento do regramento que garante as prerrogativas dos profissionais registrados no Sistema CFT/CRTs.

“Como a legislação não contempla os TRTs, os técnicos industriais ficaram fora do processo de execução laboral que sempre fizeram. O que a gente quer é adequar o texto normativo de qualquer estado ou município do nosso Brasil para que os técnicos possam trabalhar. Nós não queremos nada mais do que exercer a nossa profissão e contribuir para o desenvolvimento do Brasil”, completou Rockembach.

O presidente salientou ainda que o Brasil precisa da mão de obra qualificada de técnicos industriais, e que no estado do Ceará estão registrados mais de 61 mil profissionais que elaboram estudos, executam projetos e prestam serviços no setor público e na iniciativa privada.

Manifestações

A opinião do presidente do CFT foi complementada pelo deputado Sargento Reginauro, que também é bombeiro militar. “O CFT representa 164 modalidades técnicas e, por isso, essas reivindicações precisam ser ouvidas, pois a classe técnica é fundamental para o desenvolvimento do nosso País nas mais diversas áreas e a gente precisa acolher as demandas dessa categoria e ouvir todas as partes envolvidas”, pontuou o deputado proponente do debate.

A importância dos técnicos industriais foi salientada ainda pelo professor Emanuel Alves Carneiro. O docente do IFCE frisou que é importante que os técnicos formados pela instituição tenham seus empregos garantidos e que não sejam proibidos de trabalhar após o processo de formação profissional.

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Audiência pública proposta pelo deputado Sargento Reginauro (União) foi realizado na sexta-feira (10/11) na Comissão de Indústria, Desenvolvimento Econômico e Comércio (Cidec) e contou com a presença do deputados, representantes do Corpo de Bombeiros, professores, conselheiros regionais e dirigentes do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT).

 

As prerrogativas e atribuições dos técnicos industriais registrados no Sistema CFT/CRTs e as resoluções do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT) foram debatidas em audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece). O debate, proposto pelo deputado Sargento Reginauro (União), foi realizado na Comissão de Indústria, Desenvolvimento Econômico e Comércio (Cidec), com o objetivo de avaliar as ações que os legisladores podem tomar para garantir o exercício profissional com base na legislação vigente.

Participaram do debate o presidente do CFT, Solomar Rockembach, e o procurador-chefe, Antenor Alves Junior, ao lado do professor Emanuel Alves Carneiro, representante do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará (IFCE) e o tenente-coronel Wagner Maia, representante do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE). O debate foi prestigiado pelos diretores Valdivino Alves de Carvalho (Administrativo) e José Carlos Coutinho (Financeiro) e por conselheiros regionais do Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 2ª Região (CRT-02).

Palavra do presidente

O presidente do CFT, em seu pronunciamento, defendeu o cumprimento do regramento que garante as prerrogativas dos profissionais registrados no Sistema CFT/CRTs.

“Como a legislação não contempla os TRTs, os técnicos industriais ficaram fora do processo de execução laboral que sempre fizeram. O que a gente quer é adequar o texto normativo de qualquer estado ou município do nosso Brasil para que os técnicos possam trabalhar. Nós não queremos nada mais do que exercer a nossa profissão e contribuir para o desenvolvimento do Brasil”, completou Rockembach.

O presidente salientou ainda que o Brasil precisa da mão de obra qualificada de técnicos industriais, e que no estado do Ceará estão registrados mais de 61 mil profissionais que elaboram estudos, executam projetos e prestam serviços no setor público e na iniciativa privada.

Manifestações

A opinião do presidente do CFT foi complementada pelo deputado Sargento Reginauro, que também é bombeiro militar. “O CFT representa 164 modalidades técnicas e, por isso, essas reivindicações precisam ser ouvidas, pois a classe técnica é fundamental para o desenvolvimento do nosso País nas mais diversas áreas e a gente precisa acolher as demandas dessa categoria e ouvir todas as partes envolvidas”, pontuou o deputado proponente do debate.

A importância dos técnicos industriais foi salientada ainda pelo professor Emanuel Alves Carneiro. O docente do IFCE frisou que é importante que os técnicos formados pela instituição tenham seus empregos garantidos e que não sejam proibidos de trabalhar após o processo de formação profissional.