...

Central de atendimento ao Técnico

0800 016 1515

Generic selectors
Somente resultados exatos
Buscar em títulos
Buscar no conteúdo
Post Type Selectors
Buscar em posts
Buscar em páginas

CONHEÇA O CRT DA SUA REGIÃO:

Generic selectors
Somente resultados exatos
Buscar em títulos
Buscar no conteúdo
Post Type Selectors
Buscar em posts
Buscar em páginas

CFT acompanha Audiência Pública que debate geração distribuída de energia

Uma Audiência Pública da Comissão de Desenvolvimento Econômico (CDE) da Câmara dos Deputados abordou o fluxo reverso e os impactos na geração distribuída no sistema elétrico. A sessão, realizada nesta terça-feira (6/5) em Brasília e acompanhada pelo diretor de Fiscalização e Normas do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT), Bernardino José Gomes, debateu a injeção de energia excedente na rede elétrica, que ocorre principalmente com a geração de energia por meio dos painéis fotovoltaicos.

Segundo o requerimento para realização da audiência, de autoria do deputado federal Lafayette de Andrada (REPUBLICANOS-MG), que é presidente da Comissão, as distribuidoras de energia elétrica apresentam o fluxo reverso como justificativa para negativas de acesso à rede elétrica.

Fluxo reverso e geração distribuída

O fluxo reverso, ou inversão de fluxo, ocorre quando a energia elétrica excedente gerada pelo consumidor – principalmente por meio dos painéis fotovoltaicos instalados em residências ou empresas – é injetada na rede elétrica e flui até as subestações. Essa injeção de excedente, realizada por diversos geradores de energia, por sua vez, é chamada de geração distribuída.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira, um dos participantes da audiência, o setor não estava preparado para o rápido crescimento da geração distribuída e isso se tornou um problema técnico. 

Já a vice-presidente de geração distribuída da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Bárbara Rubim, que também participou do debate, lamentou que três anos após a publicação do marco legal da micro e minigeração distribuída de energia, pela Lei nº 14.300/2022, as distribuidoras ainda dificultem o acesso à rede elétrica.

Evolução na regulamentação

Na opinião do diretor de Fiscalização e Normas do CFT, Bernardino José Gomes, é importante que a regulamentação desse assunto avance, visto que, segundo dados apresentados pelo deputado federal LAfayette de Andrada, empresas estão fechando devido às negativas de acesso à rede elétrica.

“É importante que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) regulamente, de forma consistente, a geração distribuída para que os técnicos industriais, tanto autônomos quanto donos de empresas, possam retomar suas atividades no setor”, explicou o diretor, destacando que quase 490 mil Termos de Responsabilidade Técnica (TRTs) relacionados à atividades relacionadas à energia fotovoltaica foram emitidos desde 2023.

Também acompanharam a audiência o gerente de departamento técnico do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo (CRT-SP), Rubens de Campos, e o técnico em Eletrotécnica e representante do CRT-SP na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Kleber Veloso.

Com informações da Agência Câmara de Notícias e do CRT-SP

Últimas notícias

Plenário aprova repasses financeiros para novos conselhos regionais

Os relatórios contábeis de gestão referente ao último trimestre de 2025 foram apreciados na 49ª Sessão Plenária Ordinária, realizada na terça-feira (26/5) em Brasília (DF), …
Ler mais...

Plenário realiza 49ª Sessão Plenária Ordinária

Colegiado máximo do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT) está reunido em Brasília (DF) para apreciar processos de interesse dos profissionais registrados no Sistema CFT/CRTs.
Ler mais...

Comissão Eleitoral divulga resultado oficial das Eleições 2026

Mais de 22,12% dos técnicos industriais registrados, ativos e adimplentes votaram na primeira eleição online dos Conselhos dos Técnicos Industriais
Ler mais...

CFT acompanha Audiência Pública que debate geração distribuída de energia

Uma Audiência Pública da Comissão de Desenvolvimento Econômico (CDE) da Câmara dos Deputados abordou o fluxo reverso e os impactos na geração distribuída no sistema elétrico. A sessão, realizada nesta terça-feira (6/5) em Brasília e acompanhada pelo diretor de Fiscalização e Normas do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT), Bernardino José Gomes, debateu a injeção de energia excedente na rede elétrica, que ocorre principalmente com a geração de energia por meio dos painéis fotovoltaicos.

Segundo o requerimento para realização da audiência, de autoria do deputado federal Lafayette de Andrada (REPUBLICANOS-MG), que é presidente da Comissão, as distribuidoras de energia elétrica apresentam o fluxo reverso como justificativa para negativas de acesso à rede elétrica.

Fluxo reverso e geração distribuída

O fluxo reverso, ou inversão de fluxo, ocorre quando a energia elétrica excedente gerada pelo consumidor – principalmente por meio dos painéis fotovoltaicos instalados em residências ou empresas – é injetada na rede elétrica e flui até as subestações. Essa injeção de excedente, realizada por diversos geradores de energia, por sua vez, é chamada de geração distribuída.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira, um dos participantes da audiência, o setor não estava preparado para o rápido crescimento da geração distribuída e isso se tornou um problema técnico. 

Já a vice-presidente de geração distribuída da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Bárbara Rubim, que também participou do debate, lamentou que três anos após a publicação do marco legal da micro e minigeração distribuída de energia, pela Lei nº 14.300/2022, as distribuidoras ainda dificultem o acesso à rede elétrica.

Evolução na regulamentação

Na opinião do diretor de Fiscalização e Normas do CFT, Bernardino José Gomes, é importante que a regulamentação desse assunto avance, visto que, segundo dados apresentados pelo deputado federal LAfayette de Andrada, empresas estão fechando devido às negativas de acesso à rede elétrica.

“É importante que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) regulamente, de forma consistente, a geração distribuída para que os técnicos industriais, tanto autônomos quanto donos de empresas, possam retomar suas atividades no setor”, explicou o diretor, destacando que quase 490 mil Termos de Responsabilidade Técnica (TRTs) relacionados à atividades relacionadas à energia fotovoltaica foram emitidos desde 2023.

Também acompanharam a audiência o gerente de departamento técnico do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo (CRT-SP), Rubens de Campos, e o técnico em Eletrotécnica e representante do CRT-SP na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Kleber Veloso.

Com informações da Agência Câmara de Notícias e do CRT-SP