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Pacto pela fiscalização encerra encontro nacional do Sistema CFT/CRTs

O Sistema CFT/CRTs consolidou, nesta sexta-feira (13/03), um marco histórico nos processos de fiscalização do exercício legal da profissão técnica industrial.

Após quatro dias de imersão estratégica e operacional em Brasília (DF), as equipes de fiscalização do conselho de classe que abrange todo o Brasil firmaram o Pacto do Sistema de Fiscalização, um compromisso coletivo focado na padronização, eficiência e transparência das ações em território nacional.

Assinado simbolicamente pelas equipes técnicas, o documento transcende o registro das atividades realizadas em Brasília (DF), entre 10 e 13 de março. O pacto materializa o compromisso entre as unidades regionais e as instâncias de governança para a implementação rigorosa da Resolução CFT n.º 288/2025.

O evento foi organizado pela Diretoria de Fiscalização e Normas do CFT, por meio da Gerência de Fiscalização e Normas de Fiscalização e Normas. As dinâmicas e processos foram coordenados pela empresa Ekoa, consultoria terceirizada de educação corporativa.

 

Reset operacional na Fiscalização

A entrada em vigor da normativa federal foi o grande catalisador do encontro. Definida tecnicamente como um reset operacional, a nova norma exige que o CFT e os CRTs operem sob parâmetros uniformes, utilizando o Sistema de Informação dos Conselhos dos Técnicos Industriais (Sinceti) como plataforma obrigatória para dados e documentos.

O objetivo central é claro: proteger a sociedade, garantir o exercício legal da profissão e fortalecer a credibilidade pública do sistema. “O sistema único não pode operar como um arquipélago”, destaca o texto base do evento, reforçando a necessidade de uma linguagem comum e responsabilidades bem definidas.

Identidade e missão

Durante a jornada, as equipes de fiscalização participaram de uma dinâmica para redefinir a identidade da função:

  • Por quê: Proteger a sociedade e assegurar o exercício legal da profissão.
  • Como: Atuar com planejamento, inteligência, ética e rigor técnico-jurídico.
  • O quê: Entregar segurança jurídica e valorização da atividade profissional.

Diagnóstico, inovação na prática

O encontro foi marcado por uma abordagem franca sobre as dificuldades relacionais e operacionais entre o Conselho Federal (CFT) e os Regionais (CRTs).

Através da Teoria da Resolução de Problemas Inventivo, metodologia científica e sistemática utilizada para gerar inovação. Neste processo os participantes identificaram “comportamentos sabotadores” — como a tramitação fora de prazos e o isolamento entre núcleos — que precisam ser erradicados para o sucesso da nova fase.

Estrutura da nova fiscalização

Com o pacto, o trabalho passa a ser organizado de forma sistêmica em três núcleos principais:

  • Inteligência: O “cérebro” que analisa e cruza dados para direcionar a atuação.
  • Fiscal: O “braço” operacional responsável pelas diligências em campo.
  • Processos: O “cartório” que garante a consistência jurídica e o cumprimento de prazos.

Legado do encontro

O Pacto de Fiscalização servirá como guia para que a Resolução CFT n.º 288/2025 deixe de ser apenas um texto legal e se torne o comportamento padrão de cada fiscal em campo.

“O sistema não sobe por decreto. Sobe quando cada pessoa aceita a disciplina do caminho e se compromete com o próximo passo”, conclui o documento do pacto.

 

Fotos: Antonio Grzybowski, Rafael Elias e Miguel Tostes

Galeria de fotos

 

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Assinado simbolicamente pelas equipes técnicas, o documento transcende o registro das atividades realizadas em Brasília (DF), entre 10 e 13 de março. O pacto materializa o compromisso entre as unidades regionais e as instâncias de governança para a implementação rigorosa da Resolução CFT n.º 288/2025.

O evento foi organizado pela Diretoria de Fiscalização e Normas do CFT, por meio da Gerência de Fiscalização e Normas de Fiscalização e Normas. As dinâmicas e processos foram coordenados pela empresa Ekoa, consultoria terceirizada de educação corporativa.

 

Reset operacional na Fiscalização

A entrada em vigor da normativa federal foi o grande catalisador do encontro. Definida tecnicamente como um reset operacional, a nova norma exige que o CFT e os CRTs operem sob parâmetros uniformes, utilizando o Sistema de Informação dos Conselhos dos Técnicos Industriais (Sinceti) como plataforma obrigatória para dados e documentos.

O objetivo central é claro: proteger a sociedade, garantir o exercício legal da profissão e fortalecer a credibilidade pública do sistema. “O sistema único não pode operar como um arquipélago”, destaca o texto base do evento, reforçando a necessidade de uma linguagem comum e responsabilidades bem definidas.

Identidade e missão

Durante a jornada, as equipes de fiscalização participaram de uma dinâmica para redefinir a identidade da função:

  • Por quê: Proteger a sociedade e assegurar o exercício legal da profissão.
  • Como: Atuar com planejamento, inteligência, ética e rigor técnico-jurídico.
  • O quê: Entregar segurança jurídica e valorização da atividade profissional.

Diagnóstico, inovação na prática

O encontro foi marcado por uma abordagem franca sobre as dificuldades relacionais e operacionais entre o Conselho Federal (CFT) e os Regionais (CRTs).

Através da Teoria da Resolução de Problemas Inventivo, metodologia científica e sistemática utilizada para gerar inovação. Neste processo os participantes identificaram “comportamentos sabotadores” — como a tramitação fora de prazos e o isolamento entre núcleos — que precisam ser erradicados para o sucesso da nova fase.

Estrutura da nova fiscalização

Com o pacto, o trabalho passa a ser organizado de forma sistêmica em três núcleos principais:

  • Inteligência: O “cérebro” que analisa e cruza dados para direcionar a atuação.
  • Fiscal: O “braço” operacional responsável pelas diligências em campo.
  • Processos: O “cartório” que garante a consistência jurídica e o cumprimento de prazos.

Legado do encontro

O Pacto de Fiscalização servirá como guia para que a Resolução CFT n.º 288/2025 deixe de ser apenas um texto legal e se torne o comportamento padrão de cada fiscal em campo.

“O sistema não sobe por decreto. Sobe quando cada pessoa aceita a disciplina do caminho e se compromete com o próximo passo”, conclui o documento do pacto.

 

Fotos: Antonio Grzybowski, Rafael Elias e Miguel Tostes

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