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Consciência Negra: conhecer o passado para projetar um futuro diferente

O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, foi oficialmente instituído pela lei nº 12.519 de 2011. A data alude à morte de Zumbi – último líder de um dos maiores quilombos do Brasil, o de Palmares, Zumbi enfrentou a Coroa Portuguesa em defesa dos escravos que fugiam do trabalho desumano e das torturas vigentes nas fazendas. Na época, Palmares era o maior quilombo do país, chegando a abrigar cerca de 30 mil negros fugitivos do trabalho forçado. Prestes a se tornar uma lenda, no ano de 1695 da referida data, Zumbi é assassinado aos 40 anos por agentes do governo, tendo ainda partes de seu corpo expostas em praça pública, na cidade de Recife.

Na era das Fake News, o protagonista da luta antiescravista é novamente vilipendiado, mas desta vez por boatos e teorias difundidas na internet, que na tentativa de macular a memória de Zumbi dos Palmares, vendem a ideia de que seu legado teria sido uma farsa ou de que ele teria escravizado pessoas – discurso sem fundamentação teórica e facilmente rebatido e desmentido por historiadores.

Em reconhecimento ao legado de Zumbi e de todas as figuras centrais do movimento negro brasileiro, de Luis Gama a Milton Santos, (saiba mais sobre eles aqui), o CFT evoca nesta data o poema símbolo da resistência negra em todo o mundo: “Ainda assim me levanto”, de Maya Angelou (1978).

“Você pode me riscar da História

Com mentiras lançadas ao ar.

Pode me jogar contra o chão de terra,

Mas ainda assim, como a poeira, eu vou me levantar.”

 

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Na era das Fake News, o protagonista da luta antiescravista é novamente vilipendiado, mas desta vez por boatos e teorias difundidas na internet, que na tentativa de macular a memória de Zumbi dos Palmares, vendem a ideia de que seu legado teria sido uma farsa ou de que ele teria escravizado pessoas – discurso sem fundamentação teórica e facilmente rebatido e desmentido por historiadores.

Em reconhecimento ao legado de Zumbi e de todas as figuras centrais do movimento negro brasileiro, de Luis Gama a Milton Santos, (saiba mais sobre eles aqui), o CFT evoca nesta data o poema símbolo da resistência negra em todo o mundo: “Ainda assim me levanto”, de Maya Angelou (1978).

“Você pode me riscar da História

Com mentiras lançadas ao ar.

Pode me jogar contra o chão de terra,

Mas ainda assim, como a poeira, eu vou me levantar.”