Central de atendimento ao Técnico

0800 016 1515

Generic selectors
Somente resultados exatos
Buscar em títulos
Buscar no conteúdo
Post Type Selectors
Buscar em posts
Buscar em páginas

CONHEÇA O CRT DA SUA REGIÃO:

Generic selectors
Somente resultados exatos
Buscar em títulos
Buscar no conteúdo
Post Type Selectors
Buscar em posts
Buscar em páginas

Opinião: o ensino técnico é importante para o Brasil?

Texto enviado por um usuário do site www.brasilescola.com

Normalmente as discussões acerca dessa modalidade de ensino eram deixadas para debate depois de esgotados os assuntos referentes à educação; porém, o ensino técnico continua em pauta e deve permanecer no centro das discussões sobre as mudanças educacionais, que derrubam a barreira entre o “instruir” e o “educar”. Quase todos os ideais que sustentam as reformas educacionais brasileiras destacam a importância do ensino técnico, que não pode ser encarado como um programa de caridade do governo destinado aos jovens cidadãos em desvantagem social – como erroneamente pensam alguns educadores –; muito menos ser visto como uma jogada para diminuir a disputa pelo ensino superior – como acreditam, também erroneamente, outros estudiosos. O ensino técnico tem que existir e ser valorizado, com acesso e qualidade, porque necessitamos de técnicos com alto padrão de excelência em todas as esferas da sociedade; deve ser expandido e atualizado constantemente, porque nossa mão de obra precisa de qualificação e enfrenta grandes problemas para se adaptar às mudanças nas formas e relações de trabalho.

Devemos lembrar que tornar os trabalhadores habilitados para o mercado de trabalho não é responsabilidade das empresas. Entretanto, elas podem: prover treinamento para que seus funcionários se adaptem às inovações; fazer com que eles entendam que é preciso aprender e aprimorar; ensiná-los a pensar como sujeitos ativos sobre o que e como exercem a função que, direta ou indiretamente, afetará a sociedade na qual estão inseridos; orientá-los para que não se tornem seres robóticos ou meros reprodutores de uma missão empresarial, mas possuidores de habilidades e conhecimentos.

Essas responsabilidades também cabem às instituições de ensino, principalmente do setor público afinadas com o mercado de trabalho, sem jamais se esquecerem de manter a autonomia como formadores de cidadãos e trabalhadores.

O Brasil precisa que seus filhos tenham melhor escolaridade, uma profissão que os afastem da criminalidade, de maneira a aumentar a autoestima e contribuir para o desenvolvimento social, econômico e sustentável. Respondendo a pergunta que abre esse artigo: sem nenhuma dúvida, o ensino técnico é a mola mestra para um país que busca mais trabalho, crescimento e justiça social.

Fonte: SINTEC-SP em Revista

 

 

 

 

 

 

Últimas notícias

Esclarecimentos e reconhecimento do TRT pautam reunião com Corpo de Bombeiros, em Brasília

Comissão de Exercício Profissional (CEP) do CFT reúne-se com representantes do Corpo de Bombeiros do Tocantins e com conselheiros do CRT-SP ampliar o reconhecimento do…
Ler mais...

CFT e CRT-RS presentes na maior feira de inovação industrial da América Latina

Diretor administrativo, Luiz Antônio Castro dos Santos, acompanha as inovações industriais na MERCOPAR 2026
Ler mais...

Vem aí o 3º Encontro de Mulheres Técnicas Industriais do CRT-RS

Serão três dias de atividades em Porto Alegre, para ampliação de debates sobre igualdade de gênero, carreira e liderança feminina; representantes eleitas no âmbito do…
Ler mais...

Opinião: o ensino técnico é importante para o Brasil?

Texto enviado por um usuário do site www.brasilescola.com

Normalmente as discussões acerca dessa modalidade de ensino eram deixadas para debate depois de esgotados os assuntos referentes à educação; porém, o ensino técnico continua em pauta e deve permanecer no centro das discussões sobre as mudanças educacionais, que derrubam a barreira entre o “instruir” e o “educar”. Quase todos os ideais que sustentam as reformas educacionais brasileiras destacam a importância do ensino técnico, que não pode ser encarado como um programa de caridade do governo destinado aos jovens cidadãos em desvantagem social – como erroneamente pensam alguns educadores –; muito menos ser visto como uma jogada para diminuir a disputa pelo ensino superior – como acreditam, também erroneamente, outros estudiosos. O ensino técnico tem que existir e ser valorizado, com acesso e qualidade, porque necessitamos de técnicos com alto padrão de excelência em todas as esferas da sociedade; deve ser expandido e atualizado constantemente, porque nossa mão de obra precisa de qualificação e enfrenta grandes problemas para se adaptar às mudanças nas formas e relações de trabalho.

Devemos lembrar que tornar os trabalhadores habilitados para o mercado de trabalho não é responsabilidade das empresas. Entretanto, elas podem: prover treinamento para que seus funcionários se adaptem às inovações; fazer com que eles entendam que é preciso aprender e aprimorar; ensiná-los a pensar como sujeitos ativos sobre o que e como exercem a função que, direta ou indiretamente, afetará a sociedade na qual estão inseridos; orientá-los para que não se tornem seres robóticos ou meros reprodutores de uma missão empresarial, mas possuidores de habilidades e conhecimentos.

Essas responsabilidades também cabem às instituições de ensino, principalmente do setor público afinadas com o mercado de trabalho, sem jamais se esquecerem de manter a autonomia como formadores de cidadãos e trabalhadores.

O Brasil precisa que seus filhos tenham melhor escolaridade, uma profissão que os afastem da criminalidade, de maneira a aumentar a autoestima e contribuir para o desenvolvimento social, econômico e sustentável. Respondendo a pergunta que abre esse artigo: sem nenhuma dúvida, o ensino técnico é a mola mestra para um país que busca mais trabalho, crescimento e justiça social.

Fonte: SINTEC-SP em Revista