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Sinal Vermelho contra a violência doméstica

Diante da alta de feminicídio durante o isolamento social, CFT manifesta seu apoio ao “Sinal Vermelho”, campanha de combate à violência contra a mulher

O CFT adere ao SINAL VERMELHO, campanha que visa orientar mulheres vítimas de violência doméstica. Em meio ao isolamento social junto de seus agressores, muitas brasileiras encaram uma dificuldade ainda maior em buscar ajuda. Em março e abril, o índice de feminicídio cresceu 22,2%, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

No Acre, o aumento foi de 300%, já em São Paulo,  conforme nota técnica do Ministério Público do estado, houve alta de 51% de prisões em flagrante relativas à violência contra a mulher. Houve ainda crescimento de 30% no número de pedidos de medidas protetivas de urgência e, em comparação com o ano passado, o dobro de feminicídios.

Com isso, as vítimas poderão ser amparadas por um novo protocolo de denúncia: com um “X” vermelho na palma da mão, que pode ser feito com caneta ou mesmo um batom, a vítima sinaliza em uma farmácia que está em situação de violência, sem precisar dizer nada. Com o nome e endereço da mulher em mãos, os atendentes das farmácias e drogarias que aderirem à campanha ligarão, imediatamente, para o 190.

A campanha é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a lista de redes de farmácias que aderiram pode ser acessada aqui. Além disso, toda a sociedade pode contribuir divulgando a campanha principalmente em redes sociais.

 

 

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O CFT adere ao SINAL VERMELHO, campanha que visa orientar mulheres vítimas de violência doméstica. Em meio ao isolamento social junto de seus agressores, muitas brasileiras encaram uma dificuldade ainda maior em buscar ajuda. Em março e abril, o índice de feminicídio cresceu 22,2%, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

No Acre, o aumento foi de 300%, já em São Paulo,  conforme nota técnica do Ministério Público do estado, houve alta de 51% de prisões em flagrante relativas à violência contra a mulher. Houve ainda crescimento de 30% no número de pedidos de medidas protetivas de urgência e, em comparação com o ano passado, o dobro de feminicídios.

Com isso, as vítimas poderão ser amparadas por um novo protocolo de denúncia: com um “X” vermelho na palma da mão, que pode ser feito com caneta ou mesmo um batom, a vítima sinaliza em uma farmácia que está em situação de violência, sem precisar dizer nada. Com o nome e endereço da mulher em mãos, os atendentes das farmácias e drogarias que aderirem à campanha ligarão, imediatamente, para o 190.

A campanha é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a lista de redes de farmácias que aderiram pode ser acessada aqui. Além disso, toda a sociedade pode contribuir divulgando a campanha principalmente em redes sociais.