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Relatório consolida tendência de aquecimento global e pressiona por soluções técnicas

O Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), da União Europeia, divulgou nesta semana dados alarmantes que confirmam o agravamento da crise climática global. Segundo o relatório anual, 2025 foi o terceiro ano mais quente já registrado na história, ficando atrás apenas de 2024 e 2023. Mais preocupante ainda é a projeção dos cientistas de que 2026 deverá seguir a mesma trajetória de altas temperaturas, consolidando um triênio de calor extremo sem precedentes.

Pela primeira vez, a média das temperaturas globais em um período de três anos consecutivos ultrapassou o limite de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, o teto estabelecido pelo Acordo de Paris para evitar consequências catastróficas.

Gráfico Copernicus

Diante deste cenário, a transição para uma economia de baixo carbono e a adaptação das infraestruturas tornam-se urgentes. No Brasil, o papel dos técnicos industriais, devidamente registrados no Sistema CFT/CRTs, é apontado como um dos mais importantes no enfrentamento ao aquecimento global.

Energias renováveis

O relatório aponta que a principal força motriz por trás dessa elevação térmica é a atividade humana, especificamente a queima de petróleo, carvão e gás fóssil.

Rio Bonito do Iguaçu foi atingido por tornado no mês de novembro de 2025

No Brasil, o impacto foi sentido com secas severas na Amazônia e ondas de calor recordes em diversas regiões do interior do país, além chuvas intensas que provocaram enchentes em estados como São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul, e até fenômenos climáticos avassaladores como o tornado que destruiu o município de Rio Bonito do Iguaçu (PR).

O desafio está na transição para uma economia de baixo carbono e a adaptação das infraestruturas tornam-se urgentes. Seja por meio do Ensino Técnico ou nas demais áreas de formação, profissionais legalmente habilitados para o exercício das profissões, dispõem de conhecimento e experiência para atuar na linha de frente das soluções sustentáveis.

Com base resoluções do CFT é possível afirmar que a competência dos técnicos industriais, amparada pela legislação, é o que transforma metas climáticas em realidade prática nas cidades e indústrias brasileiras.

A profissão técnica industrial, normatizada pela Lei Federal nº 5.524/1968 e regulamentada pelo Decreto nº 90.922/1985, garante a esses profissionais as prerrogativas legais para elaborar estudos, executar projetos e prestar serviços no setor público e na iniciativa privada, incluindo assistência técnica em áreas críticas citadas pelo relatório Copernicus:

Energias renováveis

Técnicos em eletrotécnica, eletrônica, mecânica, automação industrial, energia renovável, meio ambiente, eletromecânica, estradas, construção civil, edificações, entre outras, são fundamentais na instalação e manutenção de usinas solares e eólicas, substituindo a matriz fóssil.

Meio ambiente e saneamento

Profissionais habilitados em meio ambiente e saneamento, atuam no tratamento de efluentes, monitoramento de bacias hidrográficas e gestão de resíduos, mitigando a poluição e preservando recursos hídricos. Profissionais de outras áreas também estão conectados com o setor.

Processos industriais

Técnicos em mecânica, eletrotécnica, eletrônica, química, automação industrial lideram a modernização de fábricas, otimizando o consumo de energia e reduzindo a emissão de gases de efeito estufa nos processos produtivos, considerando ainda inúmeras outras modalidades técnicas que abrangem toda a cadeia produtiva.

Campos de atuação e prerrogativas profissionais

Os técnicos têm, por lei, as seguintes prerrogativas:

  • Conduzir a execução técnica de trabalhos em sua especialidade.
  • Prestar assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos e pesquisas.
  • Orientar e coordenar a execução de serviços de manutenção de equipamentos e instalações.
  • Responsabilizar-se pela elaboração de projetos compatíveis com sua formação.
  • Exercer o cargo de perito perante órgãos públicos e justiça, quando o tema envolver sua especialidade técnica.
  • Emitir Termos de Responsabilidade Técnica (TRTs).

Reconhecimento e valorização profissional

Com a previsão de que 2026 manterá o planeta sob estresse térmico, a valorização desses profissionais torna-se uma questão de segurança nacional e sobrevivência ambiental, garantindo que o desenvolvimento econômico do Brasil caminhe lado a lado com a sustentabilidade.

 

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O Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), da União Europeia, divulgou nesta semana dados alarmantes que confirmam o agravamento da crise climática global. Segundo o relatório anual, 2025 foi o terceiro ano mais quente já registrado na história, ficando atrás apenas de 2024 e 2023. Mais preocupante ainda é a projeção dos cientistas de que 2026 deverá seguir a mesma trajetória de altas temperaturas, consolidando um triênio de calor extremo sem precedentes.

Pela primeira vez, a média das temperaturas globais em um período de três anos consecutivos ultrapassou o limite de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, o teto estabelecido pelo Acordo de Paris para evitar consequências catastróficas.

Gráfico Copernicus

Diante deste cenário, a transição para uma economia de baixo carbono e a adaptação das infraestruturas tornam-se urgentes. No Brasil, o papel dos técnicos industriais, devidamente registrados no Sistema CFT/CRTs, é apontado como um dos mais importantes no enfrentamento ao aquecimento global.

Energias renováveis

O relatório aponta que a principal força motriz por trás dessa elevação térmica é a atividade humana, especificamente a queima de petróleo, carvão e gás fóssil.

Rio Bonito do Iguaçu foi atingido por tornado no mês de novembro de 2025

No Brasil, o impacto foi sentido com secas severas na Amazônia e ondas de calor recordes em diversas regiões do interior do país, além chuvas intensas que provocaram enchentes em estados como São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul, e até fenômenos climáticos avassaladores como o tornado que destruiu o município de Rio Bonito do Iguaçu (PR).

O desafio está na transição para uma economia de baixo carbono e a adaptação das infraestruturas tornam-se urgentes. Seja por meio do Ensino Técnico ou nas demais áreas de formação, profissionais legalmente habilitados para o exercício das profissões, dispõem de conhecimento e experiência para atuar na linha de frente das soluções sustentáveis.

Com base resoluções do CFT é possível afirmar que a competência dos técnicos industriais, amparada pela legislação, é o que transforma metas climáticas em realidade prática nas cidades e indústrias brasileiras.

A profissão técnica industrial, normatizada pela Lei Federal nº 5.524/1968 e regulamentada pelo Decreto nº 90.922/1985, garante a esses profissionais as prerrogativas legais para elaborar estudos, executar projetos e prestar serviços no setor público e na iniciativa privada, incluindo assistência técnica em áreas críticas citadas pelo relatório Copernicus:

Energias renováveis

Técnicos em eletrotécnica, eletrônica, mecânica, automação industrial, energia renovável, meio ambiente, eletromecânica, estradas, construção civil, edificações, entre outras, são fundamentais na instalação e manutenção de usinas solares e eólicas, substituindo a matriz fóssil.

Meio ambiente e saneamento

Profissionais habilitados em meio ambiente e saneamento, atuam no tratamento de efluentes, monitoramento de bacias hidrográficas e gestão de resíduos, mitigando a poluição e preservando recursos hídricos. Profissionais de outras áreas também estão conectados com o setor.

Processos industriais

Técnicos em mecânica, eletrotécnica, eletrônica, química, automação industrial lideram a modernização de fábricas, otimizando o consumo de energia e reduzindo a emissão de gases de efeito estufa nos processos produtivos, considerando ainda inúmeras outras modalidades técnicas que abrangem toda a cadeia produtiva.

Campos de atuação e prerrogativas profissionais

Os técnicos têm, por lei, as seguintes prerrogativas:

  • Conduzir a execução técnica de trabalhos em sua especialidade.
  • Prestar assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos e pesquisas.
  • Orientar e coordenar a execução de serviços de manutenção de equipamentos e instalações.
  • Responsabilizar-se pela elaboração de projetos compatíveis com sua formação.
  • Exercer o cargo de perito perante órgãos públicos e justiça, quando o tema envolver sua especialidade técnica.
  • Emitir Termos de Responsabilidade Técnica (TRTs).

Reconhecimento e valorização profissional

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