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CFT realiza Sessão Plenária seguida de visita à Usina de Itaipu

Diretoria, Conselheiros e Representantes do sistema CFT/CRTs debatem pautas para 2020 durante semana de eventos em Foz do Iguaçu

O CFT promoveu entre os dias 3 e 6/12, programação em Foz do Iguaçu com Sessão Plenária, Fórum de Presidentes dos Conselhos Regionais e visita de seus representantes à Usina de Itaipu.

Na referida Sessão Plenária, Diretoria Executiva e Conselheiros federais reuniram-se para debater e votar pautas concernentes à aprovação de novas resoluções. Dentre as resoluções a serem publicadas estão a Resolução que disciplina as atribuições dos Técnicos em Agrimensura e a Resolução de atribuições dos Técnicos em Design.

Já o Fórum de Presidentes dispôs de pautas como aprimoramento do Sistema de Fiscalização, o Plano Nacional de Fiscalização e Carteira Definitiva dos Técnicos. Leia mais sobre o Fórum aqui.

No dia 6/12, o Presidente do CFT, o técnico em Edificações Wilson Wanderlei Vieira, assim como alguns representantes do Conselho Federal de Técnicos Industriais e do Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 4ª Região (Paraná e Santa Catarina) estiveram na Usina de Itaipu em Foz do Iguaçu.

Os objetivos centrais da visita eram expor aos representantes do CFT e CRT-04 um panorama da produção energética nacional e das atividades práticas desempenhadas pelos técnicos no local, além de conhecimento da infraestrutura da Usina – que detém o título de maior produtora de energia elétrica do mundo, ultrapassando até mesmo a Usina Três Gargantas, na China.

Itaipu é uma Usina Binacional, uma vez que foi construída a partir da Ata do Iguaçu, documento assinado em 1966, por ministros brasileiros e paraguaios, onde Brasil e Paraguai firmaram o compromisso de estudar o aproveitamento de recursos hidráulicos presentes entre os dois países, o que até então era motivo de disputa.

Os números da obra impressionam. Para a construção da barragem, foram despejados 12,3 milhões de metros cúbicos de concreto. Em um único dia foram lançados 7.207 metros cúbicos de concreto. Isso equivale a 10 andares a cada hora. Mais de vinte mil caminhões e quase sete mil vagões foram utilizados no transporte de materiais para a Itaipu. No ápice da construção da barragem, cerca de 40 mil profissionais trabalhavam no canteiro de obras ou nos escritórios do Brasil ou do Paraguai.

Segundo o Presidente do CFT Wilson Wanderlei Vieira, a visita denota o interesse do Conselho pelas inovações no campo de energia, assim como a novas tecnologias, para que tanto o ensino técnico quanto as atribuições dos técnicos industriais estejam congruentes com as tendências de mercado, de modo que o Brasil se faça cada vez mais relevante no campo tecnológico global.

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Na referida Sessão Plenária, Diretoria Executiva e Conselheiros federais reuniram-se para debater e votar pautas concernentes à aprovação de novas resoluções. Dentre as resoluções a serem publicadas estão a Resolução que disciplina as atribuições dos Técnicos em Agrimensura e a Resolução de atribuições dos Técnicos em Design.

Já o Fórum de Presidentes dispôs de pautas como aprimoramento do Sistema de Fiscalização, o Plano Nacional de Fiscalização e Carteira Definitiva dos Técnicos. Leia mais sobre o Fórum aqui.

No dia 6/12, o Presidente do CFT, o técnico em Edificações Wilson Wanderlei Vieira, assim como alguns representantes do Conselho Federal de Técnicos Industriais e do Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 4ª Região (Paraná e Santa Catarina) estiveram na Usina de Itaipu em Foz do Iguaçu.

Os objetivos centrais da visita eram expor aos representantes do CFT e CRT-04 um panorama da produção energética nacional e das atividades práticas desempenhadas pelos técnicos no local, além de conhecimento da infraestrutura da Usina – que detém o título de maior produtora de energia elétrica do mundo, ultrapassando até mesmo a Usina Três Gargantas, na China.

Itaipu é uma Usina Binacional, uma vez que foi construída a partir da Ata do Iguaçu, documento assinado em 1966, por ministros brasileiros e paraguaios, onde Brasil e Paraguai firmaram o compromisso de estudar o aproveitamento de recursos hidráulicos presentes entre os dois países, o que até então era motivo de disputa.

Os números da obra impressionam. Para a construção da barragem, foram despejados 12,3 milhões de metros cúbicos de concreto. Em um único dia foram lançados 7.207 metros cúbicos de concreto. Isso equivale a 10 andares a cada hora. Mais de vinte mil caminhões e quase sete mil vagões foram utilizados no transporte de materiais para a Itaipu. No ápice da construção da barragem, cerca de 40 mil profissionais trabalhavam no canteiro de obras ou nos escritórios do Brasil ou do Paraguai.

Segundo o Presidente do CFT Wilson Wanderlei Vieira, a visita denota o interesse do Conselho pelas inovações no campo de energia, assim como a novas tecnologias, para que tanto o ensino técnico quanto as atribuições dos técnicos industriais estejam congruentes com as tendências de mercado, de modo que o Brasil se faça cada vez mais relevante no campo tecnológico global.